Times de Minas tentam confirmar vagas na final da Superliga

Minas tenta encerrar a série e carimbar ida à final - Orlando Bento/MTC

A segunda-feira (8) será de decisão na Superliga Cimed feminina de vôlei 18/19 com a segunda rodada do playoff melhor de três da semifinal. O Dentil/Praia Clube (MG) jogará com o Sesi Vôlei Bauru (SP), às 19h (de Brasília), no ginásio do Praia, em Uberlândia (MG), e na sequência, às 20h30, o Osasco-Audax (SP) terá pela frente o Itambé/Minas (MG), no ginásio José Liberatti, em Osasco (SP).

No momento, Praia Clube e Minas estão em vantagem na série e precisam de uma vitória para garantir um lugar na decisão. O time de Uberlândia (MG) venceu o primeiro jogo do playoff contra o Sesi Vôlei Bauru por 3 sets a 0 enquanto a equipe de Belo Horizonte (MG) superou o Osasco-Audax por 3 sets a 1.

No primeiro jogo do dia, o treinador Paulo Coco, do Praia, ressaltou a importância do time ser agressivo contra o Bauru. “Estamos em alerta e o Sesi Vôlei Bauru já mostrou uma força muito grande no playoff contra o Sesc RJ. Nosso foco é com a nossa equipe. Temos que fazer o nosso melhor jogo e anular o Sesi Vôlei Bauru. Precisamos impor nosso ritmo de jogo e agredir em todos os fundamentos”, analisou o técnico.

No time paulista, Anderson pediu um menor número de erros do time bauruense. “Erramos bastante no primeiro jogo e jogamos muito mal, principalmente na recepção. Temos que evoluir também no saque pois é uma arma poderosa”, falou o treinador.

Osasco-Audax x Itambé/Minas

Na segunda partida da noite, o Osasco jogará no seu ginásio para tentar deixar tudo igual na série. O treinador Luizomar de Moura, do time paulista, conta com o apoio da torcida para conseguir o resultado positivo contra o Minas. “Agora é no nosso caldeirão. E não é fácil enfrentar a nossa equipe no Liberatti, onde a torcida faz toda a diferença. Somos gratos por todo o apoio que recebemos das arquibancadas em uma temporada que começou difícil, por conta da perda de um grande patrocinador”, disse o técnico.

A levantadora Macris sabe da dificuldade de jogar na casa do adversário, mas está confiante em uma boa apresentação das mineiras.  “Na verdade, acredito que a tendência do jogo é ser como foi em Minas, no primeiro set. O adversário impôs uma força muito grande e nos sets seguintes, ele não conseguiu se manter. O Osasco já mostrou o poder de reação que ele tem, de buscar o jogo e não desistir em nenhum momento”, finalizou a recifense. (Da CBV)

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