Paratleta de MS fica em SP para evitar contato com a família

Gabriela Mendonça Ferreira - Arquivo pessoal
Gabriela Mendonça Ferreira - Foto - Arquivo pessoal

Campo-grandense, a paratleta Gabriela Mendonça, 21 anos, mora e treina em São Paulo (SP). Competidora na categoria T12, dirigida a paratletas de baixa visão, disse a reportagem do jornal O Estado na manhã desta quarta-feira (25) que o novo coronavírus tem afetado diretamente as rotinas de treinamento.

“Há duas semanas estou sem contato com pista, sem dar tiros (corridas em alta velocidade), isso para atletas de alto rendimento é muito complicado”, fala a sul-mato-grossense.

Uma das destaques do atletismo paralímpico nacional afirma que decidiu ficar em São Paulo e não retornar a Campo Grande justamente para preservar a saúde dos familiares. “Minha vó, meus pais estão aí, decidi ficar muito em razão da saúde deles”, revela a atleta.

Bronze no Campeonato Mundial de Paratletismo em Dubai nos Emirados Árabes em 2019, Gabriela fala sobre a situação na cidade paulistana. “É assustador sair as ruas e ver São Paulo parada; apenas algumas pessoas nas ruas. Devemos cuidar de nossa saúde em um momento delicado como este, afinal sem saúde não fazemos nada; estamos fazendo o possível para manter as rotinas”, pontua a competidora.

De acordo com Gabriela, a decisão do Comitê Paralímpico de adiar as paralimpíadas para 2021 foi sensata. “Bom para todos nós atletas que carregávamos a incerteza se os jogos seriam disputados este ano ou não; com isso ganhamos um ano extra para nos prepararmos” salienta a jovem.

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De Aracaju, destaque do vôlei de praia fala em ‘cada um fazer a sua parte

Nascida em Ivinhema, a 388 quilômetros ao sul de Campo Grande, Victoria Lopes, atleta de vôlei de praia que atualmente reside em Sergipe falou sobre a importância de se prevenir e se resguardar em um período delicado como este.

“Estamos passando por um momento muito difícil tendo de ficar reclusos em casa; as olímpiadas que estavam previstas para este ano tiveram de ser adiadas para o ano que vem e passamos por situação bastante delicada”, fala a jogadora de 20 anos.

“Treino em casa, faço o que dá para fazer nessas condições; acredito que o povo sergipano tenha se comportado como a grande parte da população brasileira e se resguardado; se cada um fizer de nós fizer a sua parte, conseguiremos combater o vírus e logo menos tudo se estabiliza”, conclui a atleta. (Com Jornal O Estado MS)

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