No futebol de 7, Marcão vai para o 3º Parapan, agora como auxiliar

Marcão já está em Lima para os Jogos Parapan-Americanos - Facebook/Reprodução

Confere aí, matéria que fiz com o ex-goleiro da seleção de futebol de 7 PC e agora auxiliar da equipe nacional Marcos dos Santos Ferreira que saiu na edição de domingo/segunda (18/19) do jornal O Estado MS.

Talvez o melhor goleiro do Brasil da história do futebol de 7 PC (Paralisados Cerebrais), Marcos dos Santos Ferreira também embarca neste domingo para a capital do Peru. Com experiência em paralimpíadas, agora como auxiliar-técnico da seleção, afirma ser “um grande prazer participar de um evento tão grandioso como esse, todo atleta se prepara para um momento desses”.

Na quinta-feira (15), Marcão, como é conhecido, defendeu o país nos parapans do RIO-2007, e Toronto-2015 (Canadá), e endossa o pensamento de Luan Pimentel.

“O esporte como um todo, ver o tamanho do evento que antecede os Jogos Paralímpico e sabendo que muitos atletas estarão disputando os Jogos Paralímpicos 2020, é um prazer estar envolvido no Parapan”, disse o integrante da comissão técnica nascido em Dourados – a 228 km de Campo Grande, à reportagem, também em entrevista por telefone.

O sul-mato-grossense ratifica o favoritismo da seleção na briga pela medalha de ouro. “Sim somos um forte candidato, inclusive por sermos o atual campeão e também pelo resultado obtido no Mundial”, argumenta o auxiliar, ao lembrar o terceiro lugar obtido mês passado, na Espanha. O Brasil ficou atrás somente de Ucrânia, para quem perdeu na semifinal e Rússia, que ficou com o ouro.

“Todas as seleções pretendem ter um bom resultado, mas acho que Argentina e Estados Unidos vão ser grandes adversário para o Brasil”, observa Marcão, sobre os potenciais concorrentes ao título da disputa que começa no sábado (24), diante da Venezuela.

O futebol de 7 ficou de fora do calendário paralímpico de Tóquio 2020. O integrante da delegação brasileira admite que o fato prejudicou a modalidade no país. “Muito, hoje não temos nem um incentivo saindo do ciclo paralímpico, não temos direito a Bolsa Atleta (Federal), que era o maior incentivador dos atletas, de onde podia se dedicar à modalidade”, explica o medalhista paralímpico de bronze em Sydney-2000 e RIO-2016, e prata em Atenas-2004.

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